quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Ser ninguém... É sempre uma hipótese...
Ninguém é quem queria ser
Eu queria ser ninguém
(Ninguém) é quem queria ser
Eu queria ser ninguém.
Diz-me se ainda esperas
Encontrar o sentido
Mesmo sendo avesso a vê-lo em ti vestido
Não tens de olhar sem gosto
Nem de gostar sem ver
Ninguém é quem queria ser
Eu queria ser ninguém
(Ninguém) é quem queria ser
Eu queria ser ninguém.
Diz-me se ainda esperas
Encontrar o sentido
Mesmo sendo avesso a vê-lo em ti vestido
Não tens de olhar sem gosto
Nem de gostar sem ver
Ninguém é quem queria ser
"Ninguém é quem queria ser", Manuel Cruz
Porque é que será que temos sempre que pensar em agradar a um outro alguém primeiro do que agradarmo-nos a nós próprios? Não seria tão-mais fácil sentirmo-nos bem com alguém se estivéssemos bem connosco próprios?
Que apenas parecemos aquilo que somos, sim, é compreensível, nunca nos damos a ninguém completamente. Mas sermos aquilo que não queremos ser? Injusto, muito injusto.... Cada um é como cada qual e ninguém tem que ser o que não quer ser. Cada um deve ser aquilo que quer ser! Mesmo que queira ser ninguém...
Engraçado é reparar que cada um de nós, à sua maneira, procura um certo sentido de vida. Procuramos fazer e ser alguém na vida, procuramos sempre um ideal de vida... O não-engraçado é ver que, como diz o Manuel, a maior parte das vezes não nos gostamos de vestir esse alguém... De o ser... De o viver...
Se alguma vez alguém inventar o que quer que seja mais incompreensível que o Homem, pois que acorde! Não passa de uma utopia...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Tens razão Sol :)
Realmente, há muitos sentidos para uma única palavra, que eu nem fazia ideia que se podia definir de tantas formas. Podemos designa-lo através de todas estas formas, ou talvez de uma forma mais simples, aquela que sentimos, não precisamos defini-la para a sentir... Basta que a tenhamos em nós o resto já todos sabemos!
Dizia a Sol, ao comentar um dos meus posts.... Pois bem, a minha mana tem toda a razão do mundo! Basta que o sintamos dentro de nós para sabermos que nasce, que existe e, pior, que cresce... E, a maior parte das vezes, não há, pura e simplesmente, definição possível! Sente-se e pronto... Beijinho grande Sol ***
Back to black...

Será que é assim tão difícil estar em paz? Sem aquela sufocante sensação de falta? Será que é assim tão complicado darmo-nos a alguém? Sem mas nem meios mas, darmo-nos e pronto! Sem olhar ao porquê, ao se? Àquele algo ou alguém no meio? Que bloqueia o caminho... Incrível!
Já estou farta desta sensação de impotência! Este querer sentir sem poder....... Ou melhor, não nos enganemos, sentir sem querer..... Uma sensação de vazio, sim, não é tristeza ou coisa que se pareça. É um vazio de sentir... Um vazio que é preenchido todos os dias e, mesmo assim, continua lá!!!! Que será que falta? Será que não me dou já o suficiente? O que será que ainda retenho??? Que estupidez! Detesto isto........................
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Uma boa música
Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
Sabe bem tudo tão certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que não chegava
A tempo de me deliciar
Quase que não chegava
A horas de te abraçar
Quase que não recebia
A prenda prometida
Quase que não devia
Existir tal companhia
Não me lembras o céu
Nem nada que se pareça
Não me lembras a lua
Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua
Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua
Eu confesso não sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der
O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer
A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser
Faremos o crime perfeito
"Quase Perfeito", Donna Maria
Sem dúvida, a letra perfeita...
Amor... Coisa estranha...
Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele
Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão
Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado
Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente
Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado
Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente
Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido
Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez
"Sempre para Sempre", Donna Maria
Engraçado, a quantidade de "pontos de vista", se é que assim podem ser chamados, que existem sobre o Amor...
Há realmente muitas espécies de amor e, assim, torna-se muito mais difícil desvendar aquilo que realmente será o dito sentimento :)
Qual será o que sinto neste momento? Se é que sinto algum...
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