quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Uma mensagem para o ano que aí vem

O maior de todos os pecados: o arrependimento...


Dizia o Paulo Coelho! Faço minhas as suas palavras!

Quantas vezes não fazemos isto ou aquilo com medo de falhar? Por medo de não ser o melhor?Pois bem, o não decidir já é errar! Temos apenas que nos arrepender daquilo que não fazemos, das coisas que deixamos incompletas, daquilo que perdemos por não tentar, por termos medo de falhar!
Pois bem, aqui fica a mensagem para um novo ano: decide, faz, erra, vive...

Um novo ano...



Ano Novo, Vida Nova... Assim se diz, assim se vai dizendo...

Quantas pessoas não encaram a vinda de um novo ano como o pretexto que há tanto esperavam para dar uma volta à vida que levam? É estranho pensar que só porque muda o ano mudam as vontades... Não terão estado lá sempre, as mudanças eminentes?
Bem, o importante é que é tempo de resoluções, ajustes, pequenas mudanças, pequenos incentivos :)

Vamos aproveitar e sorrir; sorrir porque chega um novo ano; sorrir porque chega uma nova vida; sorrir porque o tempo passa e vamos passando com ele; sorrir porque sorrir é a melhor maneira de encarar a vida!

Vamos lá a preencher a listinha de resoluções, não de desejos, a palavra desejo deixa muito a desejar (passo o pleonasmo). Temos que fazer resoluções, verdadeiras intenções! Pequenos ajustes que tornem a vida mais emocionante de viver.

Que 2009 seja O ano!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

*******Já é Natal*******

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças. .
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação. .
Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças. . .

in "Antologia Poética", Ed. autor
de Miguel Torga
Espero que este Natal seja sinónimo de alegria, conforto e, sobretudo, renascimento. Dizem por aí que Natal é quando o Homem quer. Pois bem, queiramos que o seja pelo menos neste dia, já que me parece que é esquecido frequentemente.........
O frenesim das compras, dos presentes de Natal! Que dar à mãe, que dar ao pai, que dar ao filho, que dar ao marido...
Parar é o melhor remédio!
É grande o calor que um pequeno presente como um sorriso ou um simples abraço podem trazer. Dediquemo-nos às pequenas coisas boas que o frio acolhedor do Natal nos traz, dediquemo-nos a estar com o outro só 5 minutos. Provavelmente será aí que o presente de Natal que tanto esperamos esteja: no seu olhar, no seu sorriso, nos nossos corações...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

E se abrissemos os olhos?

Nós sempre temos tendência de ver coisas que não existem, e ficar cegos para as grandes lições que estão diante de nossos olhos. Paulo Coelho

Realmente, andamos tão obcecados, sempre e constantemente, com certa e determinada coisa que nos esquecemos de abrir os olhos e ver aquilo que está mesmo à nossa frente... Ver, não olhar! Sim, porque são coisas muito diferentes...
Pequenos gestos, pequenas palavras... Fazem uma diferença enorme e são o suficiente para mudar o rumo de qualquer vida.
São as pequenas conquistas e não as grandiosas vitórias que fazem o dia-a-dia contar e desenganemo-nos se pensamos que ganharemos o que quer que seja porque somos grandes. Apenas ganhamos a medida que nos cabe, grandes ou pequenos, somos aquilo por que nos regemos e não aquilo que pretendemos reger...
É por isso que digo: make every second count...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Saudade...

Há pouco alguém me dizia: As voltas que as nossas vidas deram...
Bem, que vontade de algum passado.... Que sensação de vazio...............................
Não gosto deste sentir, deste morrer por dentro...

É por isso que, nestas alturas, temos de vestir o tal parecer e ser como dizia o grande pequeno Charlie Chaplin:

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios.

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador.

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos.

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz...

Prólogo

Muitos dizem que a linha entre opostos é ténue. Por exemplo, o amor e o ódio, o nascer e o morrer, o ser e o parecer...
Será que somos assim tão complicados? Ou será que o queremos ser? Bem, isso, provavelmente nunca saberemos...
A maior parte das pessoas que conhecemos ao longo das nossas caricatas vidas vão preenchendo os vazios existênciais com os quais já nascemos. Algumas completam as nossas mãos, outras completarão o que mais necessitar de ser complementado, mas o que realmente importa são aquelas que completam a nossa alma! Sim, porque o coração, esse, nunca está completo...
Então, quem preencherá a nossa alma? As pessoas que escolhemos, as pessoas que nos escolhem, ou aquelas que a alma quer?...
O mais caricato de tudo é que vamos sendo complementados sem que nos apercebamos disso, as pessoas aproximam-se de nós, entram em nós! Muitas vezes sem pedir licença, sem sequer parar e perguntar: Posso Entrar? E o que mais me intriga é o saber... Aliás, o não saber...
Será que as pessoas que temos em nós são o que parecem ser? Ou será que parecem antes aquilo que são?
Quando descobrir, provavelmente será tarde demais... Para o que quer que seja...