Muitos dizem que a linha entre opostos é ténue. Por exemplo, o amor e o ódio, o nascer e o morrer, o ser e o parecer...
Será que somos assim tão complicados? Ou será que o queremos ser? Bem, isso, provavelmente nunca saberemos...
A maior parte das pessoas que conhecemos ao longo das nossas caricatas vidas vão preenchendo os vazios existênciais com os quais já nascemos. Algumas completam as nossas mãos, outras completarão o que mais necessitar de ser complementado, mas o que realmente importa são aquelas que completam a nossa alma! Sim, porque o coração, esse, nunca está completo...
Então, quem preencherá a nossa alma? As pessoas que escolhemos, as pessoas que nos escolhem, ou aquelas que a alma quer?...
O mais caricato de tudo é que vamos sendo complementados sem que nos apercebamos disso, as pessoas aproximam-se de nós, entram em nós! Muitas vezes sem pedir licença, sem sequer parar e perguntar: Posso Entrar? E o que mais me intriga é o saber... Aliás, o não saber...
Será que as pessoas que temos em nós são o que parecem ser? Ou será que parecem antes aquilo que são?
Quando descobrir, provavelmente será tarde demais... Para o que quer que seja...
Será que somos assim tão complicados? Ou será que o queremos ser? Bem, isso, provavelmente nunca saberemos...
A maior parte das pessoas que conhecemos ao longo das nossas caricatas vidas vão preenchendo os vazios existênciais com os quais já nascemos. Algumas completam as nossas mãos, outras completarão o que mais necessitar de ser complementado, mas o que realmente importa são aquelas que completam a nossa alma! Sim, porque o coração, esse, nunca está completo...
Então, quem preencherá a nossa alma? As pessoas que escolhemos, as pessoas que nos escolhem, ou aquelas que a alma quer?...
O mais caricato de tudo é que vamos sendo complementados sem que nos apercebamos disso, as pessoas aproximam-se de nós, entram em nós! Muitas vezes sem pedir licença, sem sequer parar e perguntar: Posso Entrar? E o que mais me intriga é o saber... Aliás, o não saber...
Será que as pessoas que temos em nós são o que parecem ser? Ou será que parecem antes aquilo que são?
Quando descobrir, provavelmente será tarde demais... Para o que quer que seja...

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